TH¤TKOM e As Civilizações Pré-Colombianas
ASTECAS
![]() |
ANTIGAS CIVILIZAÇÕES MEXICANAS
ÍNDICE :
Os ASTECAS:
Encontram-se vestígios, desde 15.000-20.000a.C. de povos caçadores que utilizavam armas de pedra lascada ao perseguirem mamutes e outros animais selvagens em torno dos lagos e pântanos do vale do México. A agricultura era pequena. Só a partir do IV milênio a.C. a agricultura se desenvolveu e expandiu-se no planalto e ao longo dos vales em direção ao litoral do Golfo. Às margens dos lagos mexicanos estes povos levaram sua vida parecida com às das vilas neolíticas do Velho Mundo. Sua cerâmica era abundante e , conforme descoberta dos túmulos, tambem rica em estatuetas de divindades.
Surgiram no litoral do Golfo do México mais ou menos na segunda metade do II milênio a.C. Podem ser considerados o elo de transição entre o período Pré-Clássico (da aldeia) e o período clássico (da civilização urbana). Com este povo surgiram os traços essenciais das altas civilizações mexicanas: pirâmides e altares, estelas esculpidas, baixo-relevo, jades e jadeístas cinzelados, escrita hieroglífica e contagem do tempo.
Região: Imponentes centros cerimoniais nos atuais estados de Tabasco e Veracruz. Difudiram-se desde o vale do Balsas até El Salvador e a Costa Rica, do litoral do golfo às montanhas de Oaxaca e ao litoral do Pacífico.
Links relacionados:
Esta metrópole teve seu apogeu de 400-700 d.C. Com suas enormes pirâmides do Sol e da Lua (63 e 43m de altura, respectivamente), sua Avenida dos Mortos (1.700m de comprimento, seus templos de deuses agrários e da Serpente Plumada, suas máscaras de pedra dura, sua magnífica cerâmica , parece ter sido uma metrópole teocrática e pacífica, cuja influência se irradiou até a Guatemala. Sua aristocracia sacerdotal era sem dúvida originária da zona dos Olmecas e de El Tajín, enquanto a população camponesa devia ser composta por indígenas Otomis e outras tribos rústicas. A religião compreendia o culto do deus da água e da chuva (Tlaloc) , da serpente plumada (Quetzalcoatl) símbolo da fecundidade agrária e da deusa da água (Chalchiuhtlicue). Acreditavam na vida após a morte, em um paraíso onde os bem-aventurados cantariam sua felicidade resguadardos por Tlaloc.
Em decorrência de fenômenos ainda obscuros as grandes metrópoles como Teotihuacán foram pouco a pouco abandonadas entre os séculos IX e XI. Mas uma colônia de Teotihuacán sobreviveu às margens do lago Azcapotzalco: Mamêhni. Oriundos do norte os toltecas, que falavam o Nahuatl, fundaram sua cidade TULA sobre Mamêhni em 856 d.C. Este povo trouxe a religião astral, o culto da Estrela da Manhã, a noção da guerra cósmica, os sacrifícios humanos e uma organização social militarista. Tudo isto simbolizado pelo deus-feiticeiro Tezcatlipoca (simbolizado por um jaguar), deus da Grande Ursa, do céu estrelado, do vento noturno e protetor dos guerreiros. O ciclo épico de Tula evoca uma séri de conflitos onde culmina com a expulsão do rei-deus Quetzalcoatl(serpente-plumada) por Tezcatlipoca em 999. Segundo a lenda, Quetzalcoatl partiu em direção ao misterioso "país negro e vermelho" (Tlillan Tlapallan)que se acreditava situar-se além do "mar divino", por trás do horizonte oriental. Os deuses celeste superaram então os da terra e água. A Serpente-Plumada transformou-se em um deus-astral, o planeta Vênus. Na Península de Yucatán, teve um desdobramento significativo quando houve uma síntese tolteco-maia em Chichén-Itza, proporcionando um renascimento à esgotada civilização Maia. A derrocada dos toltecas se deu em 1168 quando Tula foi invadida e saqueada.
Região: Do planalto central mexicano esta civilização irradiou-se para o oeste (Michoacán), para o leste (costas do Golfo) e para sudoeste (montanhas de Oaxaca e Yucatán.
Segundo sua história tradicional, eles viviam em Aztlán (de onde vem o seu nome), que ficaria a noroeste do México e ao sul dos Estados Unidos. Alguns estudiosos acreditam que este país seria na verdade a lendária Atlântida. Sua língua era o nahuatl. As crônicas nativas os denominavam azteca chichimecas ("bárbaros de Aztlán"). Inicialmente era uma tribo guerreira, nômade e caçadora. Cobriam-se de peles e se abrigavam em cavernas.
Encontravam-se então fora do México, de sua civilização e de sua história, à margem dos outros povos mexicanos. Acredita-se que viveram nesta região antes de 1168 a.C. (queda da metrópole tolteca deTula).
Foi quando, incentivados pelas notícias da queda de Tula, e tendo à frente um chefe denominado Xolotl, começaram a sua marcha em direção ao antigo império tolteca. A etapa inicial desta imigração é denominada segundo a tradição como Chicomoztoc ("Sete Cavernas"), nítida alusão ao seu modo de vida naquela época. A marcha era guiada pelos sacerdotes ("carregadores de deus") que conduziam sobre os ombros a efígie do deus solar Uitzilopochtli (representado por um colibri). Acreditava-se que este deus falava em pessoa com os sacerdotes orientando desta forma a marcha. Nesta época a tribo era dividida em clãs. O governo era composto por um conselho de anciãos, chefes de clãs e chefes de família que se reuniam nas decisões mais importantes.
A Fundação de Metrópole ASTECA
No Século XIV, 28 Estados compartilhavam o planalto mexicano (chichimecas,toltecas,totonacas, huastecas,cuitlatecas,tlapanecas,mixtecas, zapotecas ,indígenas otomis e maias). As cidades-estado lutavam pela hegemonia. Últimos a chegarem, sofreram com seu atraso: seu soberano Uitzilopochtli ("O Antigo" representado por um colibri) foi preso e sacrificado sendo seu povo exilado nas ilhas da zona pantanosa do lago Tizapán. Em 1325,segundo a tradição, Quauhcoatl ("Serpente-Águia") falou ao grande sacerdote onde deveriam erigir o seu templo e sua cidade:
"Quauhcoatl então disse ao sacerdote: construa meu templo e minha cidade em meio ao bambuzal, sobre uma ilha rochosa na qual vocês verão uma águia devorando alegremente uma serpente...(Crônica Azteca)
"Pobremente, miseralvelmente, eles construíram a casa de Uitzilopochtli...Onde poderiam eles encontrar pedra ou madeira? ... Os mexicanos reuniram-se e disseram: compremos então a pedra e a madeira com o que se encontra na água: o peixe, o axolotl, a rã, o lagostim..." (Crônica Azteca)
Construiram então o primeiro santuário de Uitzilopochtli que viria a ser o núcleo da futura cidade de Tenochtitlán. Inicialmente levavam uma vida anfíbia, subsistindo graças à pesca e a caça de pássaros aquáticos. Nesta fase se sucederam no trono: Acamapichtli ("Punhado-de-bambus") em 1375; seu sucessor foi o segundo Uitziliuitl ("Pluma de Colibri"); em seguida Chimalpopoca ("Escudo Fumanete") que após ser assassinado em 1428, subiu ao trono Itzcoatl ("Serpente-de-Obsidiana") que após várias vitórias e alianças fundou a Tríplice Aliança (Tenochtitlán, Texcoco e Tlacopan). A Tríplice Aliança tornou-se , com efeito, o Império Asteca.
Os Governantes do Império Asteca
Da morte de Itzcoatl em 1440 até a invasão espanhola e queda em 1521, sucederam-se no trono:
| Período | Soberano | Descrição |
| 1440-1469 | Motecuhzoma | "Aquele que se zanga como o Senhor" |
| 1469-1481 | Axayacatl | "Face da Água" |
| 1481-1486 | Tizoc | "Aquele que se sagra" |
| 1486-1503 | Auitzotl | "Monstro Aquático" |
| 1503-1520 | Motecuhzoma II | Chamado de Xocoyotzin ("O honorável mais jovem") |
| 1520 | Cuitlahuac | (reinou apenas 80dias após a morte de Motecuhzoma |
| 1520 | Cuauhtemotzin | "Aguiá que tomba" ou "Sol Poente" |
A Vida Cotidiana dos Astecas
| Classes | Significado | Descrição |
| Maceualtin (sing. maceaulli) | Povo | Prestavam serviço militar, pagam impostos, conservavam as edificações. Tinham o direito de receber um lote de terra a partir do seu casamento (entre 20 a 25 anos). Exerciam inúmeros ofícios mas a chance de ascensão social era através do serviço militar ou sacerdotal. |
| Tlatlacotin (sing. tlacotli) | Escravos | Classe mais baixa da sociedade. Podiam ser prisioneros de guerra; condenados pela justiça civil; aqueles que se vendiam voluntariamente por ruína própria; aqueles que queriam saldar alguma dívida, etc. Podiam possuir bens, eram bem tratados e as possibilidades de libertação eram numerosas. |
| Tlalmaitl | Mão-de-obra rural | Camponeses sem terra. Não pagam impostos mas prestavam serviço militar. Tratavam-se de indígenas que não perteciam à tribo asteca mas que precisaram fugir de suas tribos por algum motivo. |
| "Toltecas" | Artesãos | Exerciam atividades de ourivesaria, joalheria, cinzelagem de pedras semi-preciosas, mosaico de plumas. Estas atividades eram respeitadas e consideradas muito importantes.Tinham seus próprios bairros, deuses e ritos. |
| Pochteca | Negociantes | Classe mercantil muito poderosa pois detinha o monopólio do comércio exterior de luxo. Usavam jóias de ouro, eram comerciantes sagazes e prudentes e serviam até como um "serviço secreto" de informações ao governo. |
| Tecuhtli | Dignatários | Estavam no topo da pirâmide social juntamente com os sacerdotes. Detinham os mais altos cargos da sociedade como juízes, militares graduados, grandes sacerdotes, membros do Grande Conselho ou até mesmo o imperador. Seus filhos (Pilli) recebiam educação superior pelos sacerdotes nos colégios especiais (Calmecacs). |
| Mexicatl Teohuatzin | Sacerdotes | Espécie de vigário geral composto por dois sacerdotes supremos, ambos denominados "Serpente-de-plumas". Um era consagrado ao deus solar Uitzilopochtli e o outro ao deus da água e chuva Tlaloc. Estes sacerdotes eram designados pelo Grande Conselho, não pagavam impostos, era opcional o serviço militar levavam vida monástica nos templos e colégios superiores (Calmecacs) onde eram os professores. Tinham representação no Grande Conselho e no Colégio Eleitoral que elegia o imperador. |
O império asteca era composto por cidades-estado que era governadas cada uma por um "governador" intitulado Tlatoani ("aquele que fala/comanda"). Era designado por um "colégio eleitoral" composto de 13 dignatários supremos, representantes dos guerreiros e sacerdotes e outros membros representantes de outros bairros.
Motecuhzoma I inovou a estrutura governamental quando criou um cargo de "vice-imperador" intitulado Ciuacoate. A este eram atribuídas as atividades de organizar expedições militares, julgar apelações, substituir o imperador ausente e presidir o Grande Conselho (denominado Tlacocan que era por quatro grandes dignatários) nos interregnos.
A origem da cultura asteca se encontra na do povo tolteca. Mas os astecas souberam imprimir em seus monumentos arquitetônicos, em suas esculturas e painéis os seus próprios traços reconhecíveis ao primeiro olhar. Suas pirâmides em degraus, as "serpentes-plumadas" em relevo, seus manuscritos, seu estilo de ourivesaria, tudo enfim, marca profundamente um estilo próprio e rico de arte e cultura. São frequentes as representações do deus Quetzalcoatl: às vezes, mostra-se como uma serpente de plumas enrrolada sobre si mesma , levando na cabeça seu hieróglifo, outras vezes aparece com rosto e membos humanos combinando-se ao corpo de uma serpente.
O escriba asteca tinha o título de "pintor" (tlacuiloani). De fato, as inúmeras pinturas, hierógligos, etc eram, antes de mais nada, uma compilação de imagens.
Alimentavam-se essencialmente de milho (era tão importante que existia até um Deus-Milho), feijão, abóbora, pimenta e tomate. Os grãos de amaranto e sálvia eram usados em mingaus. Em torno do lago, consumiam-se peixes, crustáceos, batráquios e até insetos aquáticos. Aliás, os peixes e crustáceos só chegavam ao Planalto para serem consumidos pelas mais altas camadas da sociedade.
O pequeno comércio era detido pelos maceualtin (povo), existia poderosas corporações de comerciantes , os pochtecas. Atuavam em Tenochtitlán (capital), Tlatelolco (onde eram muito influentes), Texcoco, Azcapotzalco e outras cidades. os pochtecas tinham um deus particular: Yiacatecuhtli. Representavam a fortura privada, o comércio exterior de luxo e a opulência. Usavam até jóias de ouro. O papel dos pochtecas foi se tornando cada vez mais importante: comerciantes sagazes, combatentes enérgicos, hábeis agentes de informação, que não exitavam em entrar em províncias submissas, disfarçados à moda dos habitantes locais. Frequentemente as agressões de que eram alvos se tornavam o pretexto bélico fundamental para as novas conquistas dos astecas. Era uma profissão hereditária a dos pochtecas. Seus filhos podiam entrar no calmecac (colégio superior reservado para a aristrocacia).
Religião,Cosmogonia e Deuses Astecas
C o s m o g o n i a
Os antigos mexicanos acreditavam que o mundo fosse uma espécie de cruz-de-malta. Ao Norte, o "país das trevas" (morada subterrânea do smortos) reinava Mictlantecuhtli (o Plutão dos Astecas). Ao Leste, o paraíso da abundância tropical reinava Tlaloc. Ao Sul, o "país das espigas" e da seca. A Oeste, o "Jardim Tamoanchan" e as divindades femininas. No Centro, enfim, morava o deus do fogo. Os anos eram repartidos entre os 4 pontos cardiais: acatl(leste), tecpatl(norte), calli(oeste) e tochli(sul).
![]() |
Além disso, acreditavam que o mundo fora precedido por 4 outros universos ("Os Quatro Sóis"):
| Naui-ocelotl ("quatro-jaguar") | Naui-eecatl ("quatro-vento") | Naui-quiauitl ("quatro-chuva") | Naui-atl ("quatro-água") |
| Acabou quando os homens foram devorados pelos jaguares | Quetazlcoatl fez soprar sobre este mundo uma tempestade mágica e transformou os homens em macacos | Tlaloc submergiu este Universo em uma chuva de fogo | Chalchiuhtliau fez acontecer um imenso dilúvio que durou 52 anos. Um homem e uma mulher sobreviveram segurando-se em um tronco de cipreste mas, tendo desobedecido as ordens de Tezcatlipoca, foram transformados em cães |
O "Calendário Asteca" é o monólito mais célebre dos astecas que traduz em seus traços a Cosmogonia Asteca :
![]() |
No Calendário se encontram representadas a cosmogonia e a cronologia dos antigos mexicanos. Ao centro destaca-se o Sol (Deus Tonatiuh) sedento de sangue com o signo nauiollin, símbolo do nosso universo. Os quatro braços da Cruz de Santo André, correspondentes ao signo Ollin, contêm os símbolos dos quatro antigos Sóis. Em torno destes hieróglifos, círculos concêntricos mostram os signos dos dias (vide abaixo), os anos, representados pelo glifo xiuitl composto de 5 pontos, sendo 4 em cruz e mais outro no meio e, enfim, duas "serpentes de turquesa", isto é, os dois períodos de 52 anos que corespondem aos 65 anos do planeta Vênus, os dois contituindo o ciclo de 104 anos denominado ueuetiliztli ("velhice").
Os astecas tinham conhecimento precisos sobre a duração do ano, a determinação dos solstícios, as fases e eclipses da Lua, a revolução do planeta Vênus e diversas constelações, como as Plêiades e a Grande Ursa. Eles atribuíam uma atenção especial à mensuração do tempo, numa aritmética que tinha como base o número 20.
Ao fim de cada período de 52 anos, acendia-se o "Fogo Novo" no cimo da montanha de Uixachtecatl. Isto era denominado "liga dos anos". Era comemorado como um verdadeiro "Reveillon" místico com sacrifícios, danças, renovação de utensílio domésticos, etc.
O Calendário Asteca possuía 18 meses com 20 dias, estes últimos a saber:
| Coatl | Cobra |
| Cuetzpallin | Leopardo |
| Calli | Casa |
| Ehecatl | Vento |
| Cipactli | Crocodilo |
| Xochitl | Flor |
| Quiahuitl | Chuva |
| Tecpatl | Pedra |
| Ollin | Tempo |
| Cozcacuauhtli | Abutre |
| Cuauhtle | Águia |
| Ocelotl | Jaguar |
| Acatl | Bastão |
| Malinalli | Erva |
| Ozomatli | Macaco |
| Itzquintli | Cão Careca |
| Atl | Água |
| Tochtli | Coelho |
| Mazatl | Cervo |
| Miquiztli | Caveira |
O s D e u s e s A s t e c a s
| Nome do(a) Deus(a) | Representação | Comentários |
| CENTEOTL | deus com chifre | |
| COATLICUE | "mulher-serpente" | |
| EHECATL | deus do vento | |
| HUEHUETEOTL | deus do fogo | Considerado o deus mais antigo da Mesoamérica |
| HUITZILOPOCHTLI | deus da guerra/Sol | Principal guardião da metrópole asteca de Tenochtitlan |
| MICTLANTECUHTLE | deus da morte | |
| OMETECUHLTI | Criador da vida na Terra | Sua esposa era OMECIHUATL |
| QUETZALCOATL | "Serpente-Plumada" - deus da civilização e aprendizado | Um dos mais significativos deuses astecas. Representa a força da natureza. |
| TEZCATLIPOCA * | deus da noite e da magia | Deus supremo.Associado também com o destino dos homens e com a realeza. |
| TLALOC | deus da chuva e da tempestade | Outro dos deuses mais cultuados no Antigo México |
| TONATIUH | o Sol | Considerado como primeira fonte de vida |
| TONANTZIN | a Terra, a "honorável avó" | |
| XILONEN | "jovem espiga-de-milho" | associado com o governo |
| CHICOMECOATL | "sete serpentes" | idem |
| XIPE TOTEC | deus da primavera e do replantio | |
| XIUHTECUHTLE | Deus do fogo |
*Nota THOTKOM: Quanto mais eu leio sobre este deus asteca mais vejo semelhanças com o deus THOT egípcio.
A Queda do Império Asteca
A queda do império azteca deveu-se principalmente a invasão espanhola. Mais especificamente pela mão de Hernán Cortez que, através de intérpretes (Aguilar, um espanhol náufrago que ficara muito tempo nas mãos dos antigos mexicanos, e Malintzin, uma escrava que fora doada a Cortez e o ajudou Cortez a se comunicar com os nativos, já que falava bem a Nahuatl e o maia) e tribos nativas aliadas (Tlaxcaltecas), conseguiu invadir território asteca em 1519. Isto se deu principalmente através do equívoco de Monteczuma, o imperador asteca na época, que considerou o invasor um deus que retornara ao seu domínio. O ano de 1519 de nosso calendário coicidia com a data recorrente de 52 anos, data esta possível de retorno do mito de Quetzalcoaltl (Deus Serpente de Plumas). Após algum tempo, Monteczuma não conseguiu deter a ira do povo que se rebelou e quase derrotou os espanhóis. Mas novamente graças a nativos aliados os espanhóis voltaram a atacar e, finalmente em 13 de agosto de 1520, o último imperador azteca, Cuauhtemotzin ("Sol Poente") teve que se render a Hernán Cortez.
Texto enviado por Rogério Amaral de Vasconcellos sobre o fim do império asteca:
"O império inca foi construído em apenas um
século (XIV). A derrocada veio tão rapidamente quanto a sua ascensão. Em nome da Igreja
Católica e da Monarquia do Velho Mundo, os conquistadores espanhóis Hernández de
Córdoba, Grijalva e Hernán Cortés, chegaram em 1517 no México, conquistaram e
destruíram a civilização Asteca, erguendo sobre as ruínas do templo de seu deus mais
importante, uma catedral cristã. A prisão do Príncipe Montezuma e sua submissão direta
a Hernán Cortés e Fernán Pizarro. Humilhado e submetido aos favores dos espanhóis,
Montezuma foi decepado. Por incrível que possa parecer, a civilização asteca
simplesmente desapareceu. Várias são as hipóteses para sua "fuga". Uma delas
alega que o massacre dos astecas teria impelido os membros da civilização a debandarem
para a Floresta da América Central. Outra hipótese, coadunada por ufólogos e fanáticos
em discos voadores, afirma que os astecas eram seres extraterrestres ou produtos
híbridos, que teriam retornado aos seus planetas de origem, assim que a missão tivesse
sido concretizada. Poucos indícios revelam o paradeiro desse povo misterioso. Entretanto,
por volta de 1988 uma equipe de reportagem de uma TV de El Salvador encontrou um achado um
tanto desconcertante. Incrustadas na parede de um templo estavam escritas, em náuatle
(língua tradiocional dos astecas), as palavras:
"Nós voltaremos no dia 24 de dezembro de 2.010".
Outros Links na Web sobre os ASTECAS
NAHUATL Language of the Aztecs
Culto do Sol - Civilizações Pré-Colombianas
Continua...
Em breve : os MAIAS
Enquanto não fica pronta a home-page:
Clique AQUI para pesquisar sobre os MAIAS na Internet
e aqui para visitar algumas RUÍNAS

Precisa
falar alguma coisa? ...
R E T O R N A R
| O autor desta home-page não se responsabiliza pelo conteúdo ou possíveis falhas nas páginas supracitadas.Copyright © 1998 Webmaster TH¤TK¤M. All rights reserved |