
"Não creio que este SER quis apenas jogar dados com a Natureza..."
Einsten
"Há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que possa julgar
a nossa vã filosofia."
William Shakespeare
"Nos voltaremos em 24 de dezembro de 2010."
Inscrição encontrada em uma ruína Asteca
Í N D I C E
* PÁGINAS EM DESENVOLVIMENTO

Segue a matéria da Revista Science Now sobre uma pesquisa sobre o DNA humano em relação às nossas origens:
DNA reforça origem africana do homem
ANN GIBBONS da "Science Now"
"Uma das maiores batalhas na antropologia se dá sobre a questão da origem dos seres humanos modernos, se eles descendem de emigrantes relativamente recentes da África ou de várias populações de hominídeos primitivos, incluindo os neandertais (fósseis de hominídeos escavados na Alemanha). Agora, o estudo de sequências características de DNA chamadas de marcadores do cromossomo Y (presente unicamente em humanos do sexo masculino) traz mais apoio à hipótese de uma origem na África.
Ao sequenciar (transcrever todas as "letras químicas") DNA de mitocôndrias de um neandertal quatro anos atrás, cientistas haviam descoberto que ele era muito diverso do pertencente a humanos de hoje. Mitocôndrias são estruturas (organelas) no interior das células responsáveis pela produção de seu combustível. Como têm DNA próprio, acredita-se que são bactérias primitivas incorporadas por células maiores.
A conclusão, na época, foi que os homens de hoje não haviam herdado DNA mitocondrial (mtDNA) de neandertais, mas de ancestrais que abandonaram a África nos últimos 200 mil anos, substituindo todas as populações indígenas que encontravam em seu caminho. Apesar disso, os adeptos da visão dissidente -segundo a qual os seres humanos descendem de várias populações indígenas do Velho Mundo- não se deram por vencidos de todo.
Uma análise recente de fósseis, argumentam, mostra que um Homo erectus arcaico de Java (Indonésia) compartilhava traços significativos com asiáticos de hoje e os primeiros humanos modernos na Austrália. Concluíram, então, que o H. erectus asiático transmitiu parte de seu DNA aos australianos e asiáticos de hoje. Agora, os geneticistas estão atacando esse bastião da evolução multirregional, também.
Como está relatado na última edição da revista "Science" (www.sciencemag.org), o grupo liderado por Li Jin, da Universidade do Texas em Houston (EUA) e também da Universidade de Fudan (China), tirou amostras de sangue de 12.127 homens de 163 populações da Ásia (China, Sudeste Asiático e Sibéria). A equipe descobriu que cada um deles havia herdado um dos três marcadores indicando que seu cromossomo Y poderia ser rastreado a antepassados que viveram na África nos últimos 35 mil a 89 mil anos. "Chegamos a uma conclusão simples: não há mutações remanescentes [de asiáticos arcaicos"", diz Jin.
Genoma-mosaico
Como os genomas (coleções de genes) humanos são um mosaico de linhagens genéticas, ainda é possível que parte do DNA presente no núcleo das células tenha vindo de humanos arcaicos que não faziam parte da recente migração desde a África. "Você pode dar por resolvido da perspectiva do [cromossomo] Y e do DNA mitocondrial, mas isso ainda nos deixa aquém do genoma nuclear", alerta o geneticista evolutivo Michael Hammer, da Universidade do Arizona em Tucson (EUA). "
A comprovação que a raça humana surgiu na Africa esta cada vez mais próxima.
A questão é: será que seres extraterresetres não teriam participado da evolução quase instantânea da raça humana neste período. Uma evolução que , naturalmente, demoraria milhares de anos...
Uma manipulação genética , perfeitamente orientada e com objetivos bem definidos. É isto que iremos descobrir mais adiante.
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Esta volta ao passado - através desta minha pesquisa pessoal - levou-me consequentemente à raiz da civilização humana: a SUMÉRIA. Região situada na chamada MESOPOTÂMIA (entre os rios Tigre e Eufrates bem na quina do Golfo Pérsico). Apresentada para mim através dos livros de Zecherie Sitchin, a Suméria representou a minha segunda grande revolução pessoal de idéias. Tudo aquilo era simplesmente fantástico. Agora as coisas se encaixavam e os mitos eram explicados. A história do aparecimento do homem registrada em tabuinhas de argila me parecia como uma estória encantada. Admito que fiquei fascinado ao conhecer a origem sumeriana de vários aspectos da sociedade humana que sobrevivem até hoje. E principalmente como tudo aquilo fora transmitido dos Deuses para os povos antigos e como estes passaram através dos séculos, de civilização para civilização, até o momento atual, este maravilhoso legado.
Tecnologias e conceitos que mantiveram sua essência original. A sua essência "divina". A moral, os costumes, a cosmologia , ciências , seus mitos e lendas representaram uma herança de suma importância para o desenvolvimento sócio-cultural , econômico e , por que não dizer, militar dos demais povos. Quando tomei conhecimento da estória de um certo Gilgamesh, rei da cidade de Uruk, fiquei ainda mais perplexo. Ali narrava-se a epopéia de um semi-deus na luta contra a morte. Em sua busca ele ficara cara-a-cara com um homem que fora agraciado pelos "Deuses" com o dom da imortalidade. Ele havia construído, sob a orientação do deus Enki, uma barca e salvara sua família e diversas espécies de animais de um grande cataclisma que teve como consequência um dilúvio de grandes proporções que matara todos os outros seres vivos na Terra. Seu nome era Utchnapitchin. Após o imenso dilúvio, ele convidara os deuses para um banquete de comemoração. E fora presenteado com a imortalidade tão sonhada por Gilgamesh. É imediata a interrelação com a estória bíblica de Noé. E são tantos os paralelos que podemos traçar entre a mitologia da Suméria e a Bíblia ... Através disto entendi o caminho das lendas entre as civilizações humanas. O fenômeno religioso é na verdade uma imensa árvore. A raiz pode estar na cosmogonia sumeriana (ou até em alguma Civilização anterior...). O tronco representado por aqueles conceitos comuns distribuídos entre as primeiras civilizações e os galhos e folhas representadas pelas diversas cosmogonias nascidas dos conflitos religiosos entre os povos. |
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| A INVESTIGAÇÃO DE UM ARQUEÓLOGO e ... CONSULTOR DA NASA (?) |
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Mas afinal quem é Zecharie Sitchin?
Nasceu na Rússia e foi criado na Palestina, onde adquiriu um profundo conhecimento do Velho Testamento e da história e arqueologia do Oriente Próximo. Formado em História Econômica pela Universidade de Londres, é hoje consultor da NASA, Agência Espacial Norte-Americana (o que a NASA tem a ver com Arqueologia? Foi a mesma pergunta que fiz a mim mesmo Participe do nosso Fórum sobre este tema).
A melhor maneira de tomar conhecimento desta incrível relação da raiz da humanidade (Suméria) com seres extraterrestres é ler os livros deste especialista, em especial àqueles pertencentes à série "Crônicas da Terra" (Earth Chronicles).
A seguir leia a Cronologia dos eventos na Terra. Extraído de um dos trabalhos de Sitchin ("The Wars of Gods and Men") e sintetiza o que pode ter acontecido na Terra desde que os "Nefilim" ("anjos" da Bíblia) ou "Anunnakis" (termo da Suméria) visitaram nosso planeta há mais ou menos 445.000 anos atrás:
| Crônicas da Terra - Cronologia |
Os principais livros de Zecherie Sitchin:
- The 12th Planet (O Décimo Segundo Planeta)
- The Wars of Gods and Men (As Guerras dos Deuses e Homens)
- The Stairway to Heaven (Escada para o Céu)
- The Lost of Realms
Se você é um(a) curioso(a) como eu sobre a origem da vida neste planeta, não desperdice este oportunidade de tomar conhecimento de dados que poderão mudar completamente o seu modo de pensar.
Mas lembre-se. Não existe verdade absoluta. Estes conceitos são apenas mais algumas peças neste maravilhoso quebra-cabeças que é nosso Universo. Mas pelo menos, acredito eu, as peças necessárias para começar a entender a aurora da Raça Humana neste planeta.
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Agradecemos o artigo gentilmente cedido por Ubiratan Shulz (colaborador da Revista Sexto Sentido e um dos responsáveis pelo website Chokmah)
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Trecho do livro: " OVNI e as Civilizações Extraterrestres", autor Guy Tarade, editora Hemus - capítulo 7 "'

Albert Einstein
Semanas antes de sua morte Albert Einstein, este genio da século XX, confiou a jornalistas que o vieram interrogar sobre o misterioso problema dos OVNI's:
"- Os discos voadores são pilotados por um povo que deixou a Terra há 10.000 anos, ele volta em peregrinação às origens..."
Esta indicação dada por este grande sábio não foi nunca, ao menos oficialmente, explorada a fundo, e ainda hoje, a identidade dos construtores destas estranhas máquinas espaciais permanece um enigma. Podemos contudo confiar em Albert Einstein, no que diz respeito à sua pertubadora afirmativa; o pai da formula E=m.c² tivera acesso aos livros sagrados dos rabinos cabalistas, e por meditação, este matemático fora série compreendera muitos segredos de nossa evolução. Numerosos hedraístas pensam que foi no SEPHER BERESHITH, que Albert Einstein encontrou os elementos necessarios para elaboração de suas equações revolucionarias. Ele teria principalmente compreendido a verdadeira significação do terceiro rio sagrado paradisíaco que, em linguagem esotérica, escreve-se Hidéquel, e que os iniciados hebreus designam pelo termo de ChiDeQel. ChiDeQel é a potencia-total destinada a reger e a controlar a desagregação da matéria. O Livro dos Princípios ensina efetivamente que em todo fenomeno de condensação se prepara e se sucede sempre uma fase de liberação e expansão. ChiDeQel é, portanto, a potencia destinada a reger e a controlar esta fase. Os termos E=m.c² imaginados pelo matematico são a transposição da base radical de ChiDeQel que é ChaD que significa em linguagem usual: "afiado", "cortante"; portanto, em absoluto, potencia-total existencial susceptivel de dividir, de desagregar, por isso de fazer expandir-se e dividir. Este sentido é ainda reforçado pela união da primeira base a segunda: Qal, significando "rapido","leve". O "lamed" final exprime, pode-se dizer, o resultado da ação preliminar de penetração, dilaceramento expressa também pela palvra: "CheDeQ", isto é, "pontudo" e "picante". A base radical ChD = manifestação vital em ato de divisão e a base final QL significando liberação, expanção do que estava ate então, em condensação relativa. Constata-se pois que existe uma analogia profunda entre este sentido esotérico de uma parte do Bereshit e a idéia mesma da desagregação atomica. Se Albert Einstein compreendera o sentido oculto, esoterico da escritura hebráica, e partindo disto, imaginou a formula matematica que deu nascimento a descoberta da energia atomica, podemos portanto estar certos que tinha tambem "entrevisto" numerosos outros misterios e em particular, o relativo aos OVNI's. A identidade dos seres que pilotavam não devia mais ser um segredo para ele. (...)"
Colaboração: Jose Veríssimo (joserv@ffclrp.usp.br)
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